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Alto Araguaia sedia terceiro encontro de Identificação Geográfica do Queijo Cabacinha

Da Redação com Assessoria de Imprensa
12 de outubro de 2017, 09h10

O município de Alto Araguaia (415km de Cuiabá) foi o escolhido para receber o terceiro encontro de Identificação Geográfica (IG) do Queijo Cabacinha.  O encontro ocorreu nesta terça-feira (10) na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB). Conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o IG confere qualidade, credibilidade e autenticidade ao produto da região que, se registrado, passa a ser reconhecido nacionalmente e assegura proteção jurídica em relação ao nome geográfico.

Queijo cabacinha é tradicional e muito conhecido em toda região

Participaram o encontro em Alto Araguaia os representantes dos municípios de Portelândia, Mineiros, Perolândia, Santa Rita do Araguaia (GO), Alto Garças, Alto Taquari, Alto Araguaia, Ponte Branca, Araguainha e Ribeirãozinho (MT), além de representantes do MAPA, EMATER, SEBRAE (MT/GO), INDEA, UFG, vereadores, prefeitos, produtores de queijo, assentamentos, sindicatos e cooperativas.

A criação da Identificação Geográfica do Queijo Cabacinha tem como objetivo garantir aos consumidores um produto de qualidade, possibilita a identificação da região em que é produzido, sem contar que torna-se um fator diferenciador entre produto e os demais disponíveis no mercado.

O prefeito de Alto Araguaia, Gustavo Melo (PSD), acredita que a indicação irá agregar mais valor ao produto e contribuirá na renda do pequeno produtor. “É importante não só para o município de Alto Araguaia, como também para toda a região, tanto do Estado de Mato Grosso quanto de Goiás. O Queijo Cabacinha faz parte da nossa cultura há muitos anos. Com a indicação, a nossa região será mais desenvolvida”, afirma.

O encontro em Alto Araguaia faz parte de uma série de reuniões que serão realizadas visando o diagnóstico de identificação regional do queijo cabacinha que começou em Mineiros e Santa Rita. A produtora rural Leila Batista, 53 anos, aposta na produção queijo como fonte de renda. Ela atua na atividade desde os 15 anos quando foi morar em uma fazenda em Santa Rita do Araguaia (GO). A produtora acredita que a IG vai agregar maior valor ao produto, além de garantir melhor qualidade aos seus consumidores.




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