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Indústria de etanol de cereais cresce em Mato Grosso

Ascom Aprosoja
Aprosoja 17 de outubro de 2014, 00h10

A indústria de etanol de cereais começa a crescer em Mato Grosso. Atualmente, duas empresas já investem neste setor, esmagando milho para produção do combustível. Uma delas é a Usimat, no município de Campos de Júlio. A previsão é que em 2015 mais três indústrias entrem em atividade. “Não é viável para o Centro Oeste e o Norte abastecerem veículos com gasolina no Brasil, a matriz energética destas regiões é o etanol”, diz Cid Sanches, gerente de Planejamento da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT).

A constatação veio após um estudo da Aprosoja-MT, em parceria com a consultoria Céleres, que revelou a viabilidade de utilizar o milho como matéria-prima para a fabricação do combustível.  “Entretanto, não há apoio dos governos para os investimentos iniciais na industrialização”, revela Sanches.

Para apresentar a potencialidade destas indústrias em Mato Grosso, será realizada neste sábado (18), às 10h, uma visita técnica à Usimat com a presença do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, e o vice-governador eleito de Mato Grosso, Carlos Fávaro. “Queremos o comprometimento destas autoridades com o etanol do milho. Já temos a confirmação de que é viável e precisamos de apoio”, diz Glauber Silveira, ex-presidente e conselheiro da Aprosoja-MT.

O evento contará também com a presença do presidente da Aprosoja-MT, Ricardo Tomczyk, o presidente do Sindalcool-MT, Piero Vicenzo Parini, representantes de indústrias esmagadoras e de produtores rurais que vendem o milho para a produção de etanol.




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